terça-feira, 20 de julho de 2010

O VALOR DA AMIZADE




Você já parou para pensar sobre o valor da amizade?

Às vezes nos encontramos preocupados, ansiosos,
em volta há situações complicadas, nos sentindo meio que perdidos, mas somente o fato de conversarmos com um amigo, desabafando o que nos está no íntimo, já nos sentimos melhor, mesmo que as coisas permaneçam inalteradas.

Quantas vezes são os amigos que nos fazem sorrir quando tínhamos vontade de chorar, mas a sua simples presença traz de volta o sol a brilhar em nossa vida.

A simplicidade das brincadeiras pueris, da conversa informal,
momentos de descontração que muitas vezes pode ser numa conversa rápida ao telefone, no vai e vem do dia ou da noite,
no ambiente de trabalho ou de escola, enfim, em qualquer lugar a qualquer hora.

Entretanto, não existe só alegria, amor, felicidade nesta relação que como em qualquer outro relacionamento,
passa por crises passageiras, por momentos intempestivos, abalos ocasionais.

Ainda que tenhamos muito carinho pelo amigo em questão,
às vezes por insegurança, por ciúme, por estarmos emocionalmente alterados ou nos sentindo pressionados,
acabamos sendo injustos com ele e isso pode ser recíproco.

Podemos comparar esse elo de amizade ao tempo que passa por alterações climáticas constantemente, mas é dessa forma que aprendemos a nos conhecer, compartilhar momentos, que se desenvolve uma amizade.

Diante do amigo somos nós mesmos, deixamos vir à tona nossos pensamentos a respeito das coisas, da vida, nos mostramos como verdadeiramente somos.

Há amigos que nos ensinam muito, nos fazem enxergar situações que às vezes não percebemos o seu real sentido,
compartilham a sua experiência conosco, nos falam usando da verdade que buscamos encontrar.

São eles também que nos chamam a razão, chamando a nossa atenção quando agimos de modo contraditório, que nos dizem coisas que não queremos ouvir, aceitar, compreender.

Ao longo de nossa vida muitos amigos passam por ela e nos deixam saudade, mas também deixam a recordação de tudo que foi vivido.

É na amizade verdadeira que encontramos sinceridade, lealdade, afinidade, cumplicidade, simplicidade, fraternidade.

Amigos são irmãos que a vida nos deu para caminhar conosco ao longo da nossa jornada espiritual, extrapolando os limites do tempo, continuando quando e onde Deus assim o permitir.

Sandra Quevedo Demarchi Nogueira

NEM TUDO É FÁCIL

É difícil fazer alguém feliz, assim como é fácil fazer triste.
É difícil dizer eu te amo, assim como é fácil não dizer nada
É difícil valorizar um amor, assim como é fácil perdê-lo para sempre.
É difícil agradecer pelo dia de hoje, assim como é fácil viver mais um dia.
É difícil enxergar o que a vida traz de bom, assim como é fácil fechar os olhos e atravessar a rua.
É difícil se convencer de que se é feliz, assim como é fácil achar que sempre falta algo.
É difícil fazer alguém sorrir, assim como é fácil fazer chorar.
É difícil colocar-se no lugar de alguém, assim como é fácil olhar para o próprio umbigo.
Se você errou, peça desculpas...
É difícil pedir perdão? Mas quem disse que é fácil ser perdoado?
Se alguém errou com você, perdoa-o...
É difícil perdoar? Mas quem disse que é fácil se arrepender?
Se você sente algo, diga...
É difícil se abrir? Mas quem disse que é fácil encontrar
alguém que queira escutar?
Se alguém reclama de você, ouça...
É difícil ouvir certas coisas? Mas quem disse que é fácil ouvir você?
Se alguém te ama, ame-o...
É difícil entregar-se? Mas quem disse que é fácil ser feliz?
Nem tudo é fácil na vida...Mas, com certeza, nada é impossível
Precisamos acreditar, ter fé e lutar
para que não apenas sonhemos, Mas também tornemos todos esses desejos,
realidade!!!

Cecília Meireles

sábado, 19 de junho de 2010

A IMPORTÂNCIA DE ESCUTAR


A importância de escutar
Um erro frequentemente cometido com o fim de comunicar-se é tentar causar uma boa impressão nas pessoas, parecer inteligente, espirituoso ou agradável. Mas, se você quer cultivar relacionamentos estáveis, deve estar disposto a concentrar-se naquilo que os outros têm a oferecer. Seja alguém que se impressiona e é interessado, não apenas alguém impressionante e interessante.

O poeta e filósofo Ralph Waldo Emerson dizia: ”Todo ser humano que conheço é de algum modo meu superior, e sempre posso aprender dele alguma coisa.” Lembre-se disso e aprenda a escutar as pessoas. Assim, os canais de comunicação funcionarão com eficiência. Não existe interação sem a disposição de ouvir.

Dale Carnegie, autor do livro Como fazer amigos e influenciar pessoas, aconselhou o seguinte: “É possível fazer mais amigos em duas semanas, tornando-se um bom ouvinte, do que em dois anos, tentando fazer com que as pessoas se interessem por você.” Ele era incrivelmente habilidoso para compreender os relacionamentos.

Reconheceu que os que apenas se concentram em si mesmos, falando sobre si e seus próprios interesses o tempo todo, raramente desenvolvem relacionamentos duradouros com outra pessoa.

Em seu livro A mágica de pensar grande, David Schwartz comenta que “pessoas grandes monopolizam a escuta; pessoas pequenas monopolizam a conversa”. Ao tornar-se um bom ouvinte, você está apto a conectar-se com outros indivíduos em vários níveis e a desenvolver relacionamentos mais profundos, porque está suprindo uma necessidade.

C. Neil Strait destacou que “todos precisamos saber que alguém nos escuta”. Quando você se torna este ouvinte importante, consegue ajudar as pessoas. Escutar aumenta nosso conhecimento.

Wilson Mizner disse que “um bom ouvinte não é apenas popular em toda parte; após um tempo, ele sabe algo”. É inacreditável o quanto você pode aprender sobre seus amigos, sua família, sua profissão, a empresa onde trabalha, e sobre você mesmo, quando decide verdadeiramente escutar os outros.

Nem todos, no entanto, estão dispostos a usufruir desse benefício. Tome muito cuidado para não se colocar em uma posição na qual você pensa que sabe todas as respostas. Toda vez que agir assim, estará em perigo. É quase impossível pensar em si como “o especialista” e continuar crescendo e aprendendo. Todos os grandes aprendizes são ouvintes.

Um problema comum aos que detêm autoridade é que, na maioria das vezes, passam a escutar menos as pessoas, especialmente as que se reportam a eles. Caso seja verdade que, quanto mais alto seu posto, menos se torna necessário ouvir os outros, é também verdade que sua necessidade de melhorar a habilidade para escutar aumenta. Quanto mais longe se está da linha de frente, mais se depende de outras pessoas para obter informações confiáveis. Apenas se você expandir rapidamente a capacidade de ouvir poderá obter o conhecimento de que necessita para ser bem-sucedido.

Se, no decorrer de sua trajetória, você acumular conquistas, não se esqueça da necessidade de continuar crescendo e melhorando. Lembre-se: “um ouvido surdo é a evidência de uma mente fechada”.

(Fonte: MAXWELL, John C. Segredos de relacionamento. São Paulo: Mundo Cristão, 2006)
ELIZETE MALAFAIA

quarta-feira, 2 de junho de 2010

ALVO DA MISERICÓRDIA


...o homem fala de paz, mas não coloca Deus nas pautas de suas reuniões
fala de união, mas não quer amar
fala de unidade, mas quer tudo do seu jeito, unidade sim, mas só se for uniforme, sem variedade, diversidade, só a sua unidade
fala de amor, mas a família e os sonhos ficaram tão vagos que perderam o significado
o homem quer ser feliz, mas a esperança tão pequena, fraca, distante já não serve como degrau para um novo tempo
o homem fala da verdade, mas vive uma hipocrisia que já não consegue distinguir uma da outra, a mentira em que vive já se tornou realidade
o homem quer conhecer Deus, mas se relaciona com Ele na base do consumo, se tem, Deus está, se não tem, Deus está ausente
quer conhecer Deus, mas a base do relacionamento tem que ser suas próprias realizações, onde só existe um que faz e outro que se realiza, um que pede e outro que faz, no entanto, se questiona quando Deus diz: primeiro as minhas coisas
o homem diz que a família é tudo, mas a tem perdido correndo como em uma pista de competição onde o prêmio é uma carreira profissional de sucesso, mesmo que não tenha uma família para comemorar
o homem quer conquistar o mundo com grandes momentos e perde os mais ricos e pequenos detalhes da vida
...o homem quer ser único e o tem conseguido, único na sua essência pecadora e corrupta
fala de temperança, paciência, mas quer desistir quando Deus diz: espera só mais um pouco
quer viver o que Deus tem, mas sem renunciar ao seu eu
o homem está perdido na sua sabedoria, pensa saber o que faz e onde está e por isso não sai do mesmo ponto
quer conhecer tudo, mas não conhece a si mesmo, perde batalhas por não conhecer suas limitações, e por não as conhecer não pode pedir ajuda
quando ouve ou lê uma verdade que expõe sua nudez pecadora, suas concupciências, prefere direciona-la ao próximo, como se não houvesse questões dentro de si que precisa confessar á Deus
o homem é um pobre necessitado da grande misericórdia de Deus
necessita ser alvo desse amor que não poupa esforços para o trazer para esse novo tempo, novo começo, nova chance, esse novo reencontro!

DEUS OS ABENÇOE!!

terça-feira, 25 de maio de 2010

QUANTO VALE UM AMIGO?

O MELHOR CONSELHO DE UM PAI

Se você fisesse uma lista hoje de quantos amigos autênticos você tem, sua lista chegaria a quatro amigos? Estou falando de pessoas que arriscam a cabeça por nossas vidas. Gente com as quais podemos contar em qualquer circunstância.
Ao ler este texto você vai entender a importância e a necessidade de plantarmos todos os dias a semente da amizade. Que precioso conselho esse pai deu para o seu filho.

Um jovem recém casado estava sentado num sofá num dia quente e úmido, bebericando chá gelado durante uma visita à casa do seu pai. Enquanto conversavam sobre a vida, o casamento, as responsabilidades, as obrigações e deveres da pessoa adulta, o pai remexia pensativamente os cubos de gelo no seu copo, quando lançou um olhar claro e sóbrio para seu filho, e disse: Nunca se esqueça de seus amigos! - aconselhou Serão mais importantes na medida em que você envelhecer. Independentemente do quanto você ame sua família, os filhos que porventura venham a ter, você sempre precisará de amigos. Lembre-se de, ocasionalmente, ir a lugares com eles; divirta-se na companhia deles; telefone de vez em quando...Que estranho conselho - pensou o jovem. Acabo de ingressar no mundo dos casados. Sou adulto. Com certeza minha esposa e minha família serão tudo o que necessito para dar sentido à minha vida! Contudo, ele seguiu o conselho de seu pai. Manteve contato com seus amigos e sempre procurava fazer novas amizades.À medida em que os anos se passavam, ele foi compreendendo que seu pai sabia do que falava.À medida em que o tempo e a natureza realizavam suas mudanças e mistérios sobre o homem, os amigos sempre foram baluartes em sua vida.Passados mais de 50 anos, eis o que o jovem aprendeu: O Tempo passa. A vida acontece. A distância separa... As crianças crescem. Os empregos vão e vêem. O amor se transforma em afeto. As pessoas não fazem o que deveriam fazer. O coração para sem avisar. Os pais morrem. Os colegas esquecem os favores. As carreiras terminam. Mas os verdadeiros amigos estão lá, não importa quanto tempo nem quantos quilômetros tenham afastado vocês.Um AMIGO nunca está mais distante do que o alcance de uma necessidade, torcendo por você, intervindo em seu favor e esperando você de braços abertos, abençoando sua vida!Quando iniciamos esta aventura chamada VIDA, não sabemos das incríveis alegrias e tristezas que experimentaremos à frente, nem temos boa noção do quanto precisamos uns dos outros...Mas, ao chegarmos ao fim da vida, já sabemos muito bem o quanto cada um foi importante para nós!

Remeta este texto a todos os amigos que ajudam a dar sentido à sua vida...Eu já o fiz agora!

Muito obrigado mesmo por vc exístir em minha caminhada na Face do Globo!!!
PASTOR JOSUÉ GONÇALVES

segunda-feira, 19 de abril de 2010

O RESGATE DA ESPERANÇA

Tenho caminhado por muitos lugares e visitado igrejas das mais variadas confissões. E tenho presenciado manifestações inconfundíveis do verdadeiro Evangelho. O Evangelho é, por natureza, de difícil comercialização. Não se consegue vender virtudes; jamais conseguiremos vender o projeto da cruz, ou alienar por determinada quantia o perdão divino. Quem, afinal, pagaria para entregar a face ao perverso?

Quantas pessoas estariam dispostas a pagar para sofrer por amor a Cristo? Quantos de nós pagaríamos para nos engajar na causas pela justiça? E quantos ricos aceitariam o Evangelho se tivessem que entregar metade dos seus bens aos pobres e ainda pagar, quatro vezes mais, àqueles a quem houvessem defraudado?

Encontro comunidades que vivenciam com profundidade a natureza do Evangelho. Uma delas é a Igreja Batista de Bultris, em Olinda (PE). É uma comunidade de pessoas, em sua maioria, pobres. Por opção, aqueles crentes construíram um templo sem janelas e portas, com o único propósito de servir como espaço de abrigo aos transeuntes sem-teto.

Ali, os empobrecidos do bairro são acolhidos. A congregação participa dos conselhos municipais e possui núcleos para formação de bancos comunitários em parceria com entidades de educação e serviço para empreendedores pobres. A igreja em Bultrins promove anualmente um fórum de prática e reflexão teológica para representantes de várias comunidades cristãs do Nordeste – assim, consegue passar essa visão e influenciar a vida de muitas outras pessoas.

Conheço de perto também a organização Crianças do Brasil para Cristo, o CBC, formada por membros de várias igrejas em Fortaleza (CE). O CBC não recebe apoio de nenhuma instituição internacional.

Todo custo para apoio escolar, alimentação e socialização de crianças e adolescentes através de atividades esportivas e culturais são provenientes de doações individuais e serviços voluntários, beneficiando mais de 300 menores. Vários daqueles jovens ingressaram na universidade; outros abandonaram a violência e retomaram o caminho dos estudos.

Trata-se de pequenas iniciativas? Por certo. Mas, somadas, elas podem nos surpreender por seus resultados. Sem dúvida alguma, os cristãos têm potencial para fazer muito mais. Há ainda muitos recursos sub-utilizados.

Os dados estatísticos nos indicam que a grande massa evangélica brasileira é ainda composta pela soma das pequenas comunidades, e não pelos grupos evidentes na mídia.

Elas estão distribuídas nas periferias urbanas; nas encostas dos morros; nas regiões ribeirinhas; no semi-árido nordestino. São crentes em Jesus que moram à beira do caminho – à margem dos direitos e à beira da miséria; à margem dos hospitais e à beira da morte; à margem das escolas e à beira da ignorância; à margem do trabalho e à beira da fome.

Por outro lado, esta parte do Corpo de Cristo permanece à margem da competitividade, mas diante da solidariedade; à margem da acumulação, mas vizinha da partilha; à margem do lucro, mas próxima da gratuidade; à margem do individualismo, mas de braços abertos para a fraternidade. Eles me ajudam a interpretar e entender a manjedoura, a encarar o sofrimento, a encontrar no calvário sinais de vida e ressurreição.

Eles podem me trazer lembranças das coisas que resgatam a esperança da vida. Deus continua se revelando de maneira estranha e em lugares imprevisíveis – e nós não percebemos.


Carlos Queiroz é professor, escritor e diretor-executivo da Visão Mundial Brasil. Pastoreia a Igreja de Cristo em Fortaleza (CE)

FONTE:revista cristianismo hoje

segunda-feira, 12 de abril de 2010

A IGREJA DE PONTA CABEÇA?


Em 2007, o norte-americano Dennis Oppenheim criou uma escultura bem inusitada: uma igreja virada de cabeça para baixo, chamada de Device to Root Out Evil (dispositivo pra erradicar mal). Inicialmente, foi aclamado na Bienal de Veneza daquele mesmo ano, mas desde então o trabalho vem gerando muitas controvérsias. A obra foi oferecida ao fundo publico de arte de Nova York, mas foi recusada com medo de estimular reações negativas da igreja e religiosos. Em 2006 a escultura foi comprada por uma fundação privada de Vancouver, no Canadá, por mais de 300 mil dólares, e passou a ficar no Harbour Green Park. Depois de quase dois anos, sobre a reclamação de que estava bloqueando a vista do porto, foi retirada do parque. Passou por alguns outros locais na cidade e foi parar no Glenbow Museum de Vancouver, onde aguarda patrocinadores e outro local apropriado para. Independente do local, anualmente milhares de turistas não perdem a chance de ver de perto a tão polêmica escultura, tornando-a mais uma “atração pra lá de curiosa”.

fonte:blog.multitrip.com.br

E VOCÊ QUERIDO LEITOR, TIRE SUAS CONCLUSÕES!
PAZ!!